quarta-feira, 10 de junho de 2015

O que ficou para traz

Nesta vida tão efêmera 
me venho com ideias iludes
Como na qual querer colher uma flor
Uma simples flor que insiste nascer no asfalto 

lutando por um desabrochar
Paranoias minhas contidas no cotidiano
Não é tão raro como um eclipse solar
Na noite que vem e devora
Na noite que vem sedutora como uma ninfa
Cabe-me ter lembranças fulminantes
Que vai brindar com as luas de Júpiter
E que vem e se apaga  no céu noturno
Onde resplandece o teu sorriso.

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