quarta-feira, 10 de junho de 2015

Pseudo Felicidade

O homem em si vive em conflito com o meio onde adquire conhecimento e experiência, o homem fora de si vive em conflito consigo mesmo; afinal somos feitos por um elemento qual não aprendemos na química, e ela em si é composta por emoção. Esse tal elemento é que nos faz diferenciar dos outros animais, que já nasce para quando adultos, reproduzirem, deixar seus descendentes e perpetuar a sua espécie. Às vezes nem damos conta de outras coisas; o homem necessita tanto deste vínculo de fortalecimento que se precipita e acaba com migalhas em suas mãos, ou encontra uma pseudo-felicidade no leito de um rio que não é capaz de matar a sede de uma população, um rio onde as águas não renasce, um rio que em suas margens não brota uma única flor. Acredita-se que o valorização de certos fenômenos naturais que é presente na vida, é o primeiro passo para deixar que aconteça de forma consistente, aquilo que é tão inesperado. E o que é exatamente esses certos fenômenos naturais que são presentes na vida?
Certamente é tudo aquilo que em um dia corrido e estressante não é percebido.
Não há conceito de tamanha verdade.
Nos acontecimentos mais simples por espontânea vontade, é onde esta a armadura que protege do pseudo-felicidade, e o que flui hoje é o reconhecimento do poder de enxergar aquilo que faz o ser humano criar forças, poder enxergar as coisas mais belas nas mais simples e sinceras.

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